Mentiras...
[Um desejo de desaparecer que se impugna à enorme vontade de enfrentar toda e qualquer coisa com um sorriso. O eterno dilema entre a verdade e a mentira...]
Quando julgava que por dentro de ti florescia a lealdade, quando perante a transparência da tua alma contemplava verdade e beleza, recriaste-te no formato de uma inocente lágrima que não quiseste desprender perto de mim. A frieza do meu olhar confrontava a cor rosada da tua face e tu pressagiavas que eu partisse à descoberta.
O sol raiava lá no alto, no Céu onde nunca perdemos a oportunidade de fustigar através dos sonhos...o calor que se fazia sentir não derretia o glaciar que Deus colocou entre nós. A mentira. O frio. A lágrima que não deslizou no teu rosto.
Arrisquei confiar nas verdades em que acreditavas, depositei em ti todos os mais íntimos pensamentos que em mim cultivava. E tudo por uma lágrima que não te encorajou à verdade.
Como posso eu esquecer a usurpação, a perfídia, a diferença no olhar, o devaneio inacabado? Posso ignorar, posso vestir uma máscara, esconder-me por detrás da falsidade...posso, sim, eu posso...
Porque, mais uma vez,"...sometimes a lie is the best thing!?...
[Retribuímos aos outros aquilo que eles nos consagram: tanto de bom como de mau. É o destino irrevogável do Homem, é o desenrolar perigoso do Bem contra o Mal, é a luta por discriminar a mentira, a ficção e a desejada verdade. Não te enganes que enganas os outros. Não negues a verdade aos outros pois estarás a ocultar a pureza em ti.]
Quando julgava que por dentro de ti florescia a lealdade, quando perante a transparência da tua alma contemplava verdade e beleza, recriaste-te no formato de uma inocente lágrima que não quiseste desprender perto de mim. A frieza do meu olhar confrontava a cor rosada da tua face e tu pressagiavas que eu partisse à descoberta.
O sol raiava lá no alto, no Céu onde nunca perdemos a oportunidade de fustigar através dos sonhos...o calor que se fazia sentir não derretia o glaciar que Deus colocou entre nós. A mentira. O frio. A lágrima que não deslizou no teu rosto.
Arrisquei confiar nas verdades em que acreditavas, depositei em ti todos os mais íntimos pensamentos que em mim cultivava. E tudo por uma lágrima que não te encorajou à verdade.
Como posso eu esquecer a usurpação, a perfídia, a diferença no olhar, o devaneio inacabado? Posso ignorar, posso vestir uma máscara, esconder-me por detrás da falsidade...posso, sim, eu posso...
Porque, mais uma vez,"...sometimes a lie is the best thing!?...
[Retribuímos aos outros aquilo que eles nos consagram: tanto de bom como de mau. É o destino irrevogável do Homem, é o desenrolar perigoso do Bem contra o Mal, é a luta por discriminar a mentira, a ficção e a desejada verdade. Não te enganes que enganas os outros. Não negues a verdade aos outros pois estarás a ocultar a pureza em ti.]

